Intolerância cada vez mais frequente

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03/10/2017 -  Ramalho da Construção
 
O último dia de setembro foi marcado por atos de covardia e intolerância religiosa, na cidade de Uberaba, Minas Gerais. O vidro que protege o busto do médium brasileiro Chico Xavier, em seu túmulo, havia sido depredado.
 
Tal crime aconteceu há três meses do aniversário de 15 anos, deste brasileiro que dedicou a vida ao próximo, por intermédio da doutrina espírita. E esta intolerância, contra a figura de Chico Xavier, já ocorreu em outra oportunidade.
 
O filho dele, Eurípedes Higino Reis, foi informado da nova agressão pela dona de uma floricultura, que fica em frente ao Cemitério São João. Ao portal Uol de notícias, ele disse que além de ter ficado triste chorou ao ver o vidro quebrado.
 
É uma tristeza compartilhada, com todos que admiram o trabalho de caridade grandioso, que Chico Xavier apresentou durante a sua jornada terrena.
 
O que chamou atenção neste caso foi o possível uso de arma de fogo. Pois Segundo Reis, o vidro que protegia o busto era resistente a pedras.
 
Esta agressão à memória do Chico Xavier soma-se aos muitos outros casos de intolerância, que muitas vezes não ganham a repercussão pelo Brasil e até mesmo no mundo.
 
Enquanto vivemos em uma prisão imposta por este tipo de atitude, com a colocação de grades, vidros, entre outros sistemas de proteção emocional, estes agressores vivem de uma forma pior. Em prisões sem muros, com paredes construídas pela mesquinhez de não respeitar o direito de ir e vir do próximo , afinal Deus é um só e cada um louva da maneira que mais lhe aproxima de sua Verdade.
 
Ao filho de Chico Xavier, Eurípedes Higino Reis, deixo aqui minha solidariedade e repúdio a atitude intolerante desta pessoa ou pessoas, responsáveis pelo ataque.
 
Ramalho da Construção
Deputado Estadual PSDB/SP
 
(IMAGEM: ARQUIVO PESSOAL)

 

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